Adèle Exarchopoulos - Numero Magazine - March 2014

Adèle Exarchopoulos - Numero Magazine - March 2014

"Não tenho a pretensão
de que todas
as pessoas que gosto,
gostem de mim, 
nem que eu faça a falta que elas me fazem.
O importante pra mim é
saber que eu,
em algum momento,
fui insubstituível,
e que esse momento será
inesquecível.”

Fernando Pessoa

floricultura-das-almas:

Fantastical Wooden Sculptures Act as Symbols of Compassion

In his personal sculpture garden, Australian artist Bruno Torfs crafts wooden figures that live in the forest. Embracing fantasy, his life-sized works feature delightfully unusual characters. We see things like a bearded wizard carrying an armful of tiny creatures and a young princess riding a unicorn. Torfs incorporates the natural landscape into his art, using tree branches and leaves as a part of his subjects’ hair or body. After carving, they remain unpainted and blend in with their surroundings.

We might describe someone as wooden when they lack emotion, but Torfs proves that wood can convey an incredible range of feelings. He communicates love, joy, and sadness through tiny details like the angle of a shoulder or subtle shape of an eye. These figures mirror difficult emotions we face, and his work is a symbol of compassion and a source of comfort to those who use nature walks for reflection.

The garden was rebuilt after Brunos home and the garden were destroyed by a bushfire in 2009

"As palavras sempre ficam. Lembre-se sempre do poder das palavras. Quem escreve constrói um castelo, e quem lê passa a habitá-lo."
A menina que roubava livros.
"Você é muito menino, ainda não sabe de certas coisas… Mas viver é morrer em prestações. Cada criança que nasce assina com a vida um contrato de compra e venda… (…) Mas como eu ia dizendo, a criança assina o contrato e o vendedor, que é a Morte, passa a cobrar as prestações anualmente. Cada ano a gente morre um pouco. Quando vai ficando velho, as prestações já não são anuais, e sim semanais. Por fim o contrato vence. O pior de tudo é que a gente continua sem saber o que comprou… - Depois duma pausa: - Por acaso você sabe?"
Érico Veríssimo - “O Resto é Silêncio”